Vidência - No início do mantra vi vários índios entrando no GESJ. Percebi que eram de vários lugares. Fizeram um círculo, dançaram e cantaram. Fui atraída para fora do Grupo, e lá eu vi, que havia um índio muito alto, montado a cavalo, que acompanhava nosso mantra, repetindo o som em um berrante, cujo som vibrava por várias aldeias no astral.
Em seguida recebi a mensagem:
Salve a Luz de Tupã.
Comemoram os homens, o Dia do Índio.
Deveriam comemorar o Dia dos Irmãos. Então, poderíamos estar em união, se o poder do forte sobre o fraco, não dominasse os corações dos que aqui encarnaram com a tarefa de unificar.
O índio é filho da terra, mas as outras raças também o são.
O índio é filho de Tupã, mas o espírito imortal também o é.
Quando os seres humanos tiverem tempo para refletir, e ver que a vida na matéria é um milésimo de segundo, e que por rebeldia se perde milênios no remorso, aí então, não haveria a necessidade de comemorar o dia do índio, do negro e outras datas para entender que somos irmãos e filhos do mesmo Pai.
Unamos as raças, e então se perceberá que somos um só povo e uma só raça.
Paz a todos.
Orlando Villas Boas
GESH - 14/04/2012 - Vitória, ES - Brasil